Colégio Cantareira

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Colégio Cantareira | berçário
Colégio Cantareira | proposta berçárioProposta
  1. O trabalho no Berçário tem duas fortes dimensões: O cuidar e o formar.

Para bem fazê-los, contamos com um espaço projetado e estruturado para esta finalidade, somado à eficiência da equipe de educadoras constantemente envolvidas em programas de atualização tanto interna (Centro de Formação Colégio Cantareira – CECAN), quanto externa, em outras instituições de atualização de educadores.

Colégio Cantareira | berçário
  1. A interação entre os bebês e os adultos responsáveis pelo grupo é um convite para que muitas possibilidades de descoberta aconteçam.

É por meio desta relação de vínculo, e da intencionalidade contida em cada proposta vivenciada que se dão os estímulos orais, visuais, auditivos, do paladar e do tato no Berçário. Para explorá-los de forma potencial  sistematizamos ações no dia a dia da rotina com os bebês a partir das temáticas:

 

Movimento: O movimento é parte integrante da vida humana. Este ato se dá desde o útero materno e podemos afirmar que o movimento não se resume apenas ao objetivo de deslocamento, o movimento é forma de linguagem corporal, canal para expressarmos emoções, sensações.
Durante o primeiro ano de vida do bebê, predomina a dimensão subjetiva do movimento, momento em que os estímulos e reações do adulto (toque, manipulação de voz, expressão de sentido), servem de referência para o bebê, que imita o parceiro e, ao fazê-lo, cria suas próprias reações: bate palmas, balança o corpo, vira ou levanta a cabeça, entre outros movimentos.  Nessa troca se constitui um espaço privilegiado de aprendizagem e o bebê realiza importantes conquistas ao sustentar o próprio corpo nas ações como virar-se, sentar, rolar, arrastar etc.
Neste constante movimento, o bebê explora mecanismos eficientes para locomoção antes da aquisição da marcha. Todas estas conquistas, engatinhar, arrastar-se no chão, ampliam muito a possibilidade de ação independente. Ao explorar os movimentos, os bebês descobrem os limites e a unidade do próprio corpo, conquistas importantes no plano de consciência corporal.

 

Linguagem: Bebês emitem sons desde muito cedo. O balbucio é sua forma de comunicação e de imitação do universo que o cerca. Ao balbuciar e receber a resposta do adulto o bebê é estimulado a continuar uma espécie de jogo de comunicação, que vai além da linguagem falada, e se dá por meio de gestos, sinais, linguagem corporal, artifícios que dão significado e apoiam o desenvolvimento da linguagem dos bebês.

 

Primeiros contatos com a linguagem artística: Nossa inspiração para o trabalho de artes com bebês vem da arte-educadora, artista plástica dinamarquesa Anna Marie Holm.
A proposta sugere diversificar ao máximo os suportes (onde se pinta ou registra algo) e os recursos para além da imaginação! Nossas experiências vão desde a pintura no guarda-chuva até o colorir o escorregador do parque, pintar a grama, peças de roupas velhas estendidas num varal.
Com essa prática, rompemos com a tradicional imagem da produção de arte de crianças em que os pequenos sentam por alguns minutos na cadeira, com uma folha na mesa e um pincel na mão. Aqui para fazer arte é preciso experimentá-la, senti-la, vivê-la.

 

Estímulos táteis:  Estes estímulos são contemplados em diversos momentos de nossa rotina com os bebês. Desde o toque durante o banho, nas trocas, ao acalentar, ninar, seguimos estimulando os pequenos em atividades de artes com recursos variados, dos mingaus para pintar e tintas naturais às experiências sensórios motoras de toque de materiais como gelatina, macarrão, geleia, sagu. Materiais que apresentamos com a intenção de que o bebê possa, brincar, amassar, pintar, sentir etc.

 

Estímulos olfativos: Em nossa caixa de sensações temos os sachês, os “cheirinhos”, para que os bebês, durante nossa roda de exploração, possam descobrir os aromas da natureza. Trabalhamos com sachês de folhas de capim-cidreira, cravo da índia, canela, erva-doce, hortelã, manjericão, entre outros.

 

Estímulos visuais: Para estimular os bebês, trabalhamos com alguns recursos variados desde papel celofane ao reflexo de um cristal sob a luz do sol na produção de prismas. Móbiles de cds, bichinhos, miçangas e até mesmo de desenhos das crianças do Infantil são ótimos recursos para entreter e estimular os pequeninos.

 

Estímulos auditivos: Nossos recursos da sala de música (pau de chuva, pandeirinho, maracas e chocalhos) são a sensação durante as atividades de estímulos sonoros. Regados a cantigas estes momentos de fazer barulho são a alegria do dia!

 

Estímulos gustativos: Além dos momentos de alimentação inseridos na rotina dos bebês, organizamos momentos de degustação de alimentos (frutas variadas, biscoitos caseiros, bolo, gelatina, geleias, entre outros), para que possam experimentar e descobrir, cores, sabores, texturas e sensações desde o toque com as mãozinhas ao sabor de cada um destes alimentos.

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